
O policial militar da reserva conhecido como Sargento Alves foi assassinado a tiros no final da tarde da última quarta-feira, 29 de julho de 2026, em uma área comercial de Mãe do Rio, no nordeste do Pará. O caso foi confirmado por veículos de imprensa que acompanham a ocorrência e está sendo investigado pela Polícia Civil.
Imagens que circulam nas redes sociais registraram o momento do ataque. No vídeo, gravado por uma testemunha que acompanhava a movimentação à distância, é possível ouvir uma sequência de disparos enquanto a vítima é atingida pelos criminosos.
Segundo relatos divulgados pelas autoridades e pela imprensa local, quatro homens encapuzados, vestidos com roupas escuras, teriam descido de um SUV de cor preta e efetuado diversos disparos contra o policial. O veículo foi identificado pelo Roma News como um Citroën C4 Cactus. Os suspeitos fugiram logo após o ataque.
O barulho dos tiros chegou inicialmente a ser confundido por moradores com fogos de artifício. Somente após a movimentação no local e a chegada das equipes de segurança ficou confirmada a ocorrência do homicídio.
Além da carreira na Polícia Militar, o Sargento Alves era conhecido na região por ter exercido, em anos anteriores, o comando da Guarda Municipal de Mãe do Rio. A informação é confirmada por diferentes veículos que noticiaram o crime.
Após o assassinato, equipes de segurança estiveram na área para realizar os primeiros levantamentos. A Polícia Civil instaurou investigação na Delegacia de Mãe do Rio, com realização de perícias e coleta de depoimentos para tentar identificar os autores e esclarecer as circunstâncias do homicídio.
Até a mais recente atualização encontrada, a motivação do crime não havia sido oficialmente esclarecida. A investigação deverá analisar imagens de câmeras de segurança, registros feitos por testemunhas e demais elementos recolhidos no local para identificar os responsáveis pelo ataque e verificar se houve planejamento prévio.
A Polícia Civil orienta que informações que possam contribuir para a identificação dos envolvidos sejam repassadas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181, com garantia de sigilo.
Por - Gutemberg Stolze / Imprensananet.com