
A Seleção Brasileira respondeu críticas dentro de campo, após o empate na estreia contra Marrocos. O time comandado por Carlo Ancelotti venceu o Haiti por 3 a 0 e assumiu posição de destaque no Grupo C da Copa do Mundo de 2026.
A vitória foi construída ainda no primeiro tempo, com uma atuação segura e eficiente do setor ofensivo brasileiro. Os gols da Seleção foram marcados por Matheus Cunha, duas vezes, aos 22 e 35 minutos da etapa inicial, e por Vinícius Júnior nos acréscimos do primeiro tempo.
O atacante do Real Madrid participou diretamente dos três gols e foi o principal destaque da partida. O resultado mostrou um Brasil mais agressivo, com maior intensidade na criação das jogadas e eficiência nas finalizações.
A dupla Vinícius Júnior e Matheus Cunha funcionou muito bem, enquanto o meio-campo conseguiu controlar as ações durante grande parte do confronto. Apesar de ainda haver espaço para evolução, principalmente na organização ofensiva, a equipe apresentou sinais claros de crescimento em relação ao primeiro jogo.
Para muitos torcedores, a vitória sobre o Haiti reforça que o Brasil continua sendo uma das seleções mais fortes da competição. O time mostrou poder de reação, qualidade técnica e profundidade no elenco.
O saldo positivo de gols pode ser decisivo na luta pela liderança do grupo, algo fundamental para um caminho mais favorável nas fases eliminatórias.
O próximo compromisso da Seleção Brasileira será contra a Escócia, no dia 24 de junho, em um confronto que deve valer a liderança do Grupo C. Os escoceses venceram o Haiti na estreia e chegam embalados para o duelo. Uma vitória brasileira pode encaminhar a classificação e consolidar a recuperação da equipe no Mundial.
Segundo tempo sem gols
Com a vantagem confortável, a Seleção Brasileira reduziu o ritmo, passou a administrar a posse de bola e evitou se expor desnecessariamente. O Haiti teve mais liberdade para tentar sair para o jogo, mas encontrou dificuldades para criar chances reais de perigo.
A equipe brasileira perdeu intensidade ofensiva e faltou agressividade, movimentação e capricho no último passe. Algumas substituições diminuíram o entrosamento do setor ofensivo, e o time passou a circular a bola sem a mesma objetividade vista na primeira etapa, gerando questionamentos sobre os próximos desafios.
Por - Gutemberg Stolze / Imprensananet.com