O protesto teve início por volta das 08:00hs da manhã desta sexta-feira 18/10, os taxistas e trabalhadores do transporte complementar interditaram a BR 367 em Porto Seguro e Vera Cruz simultaneamente. Este é o segundo protesto em menos de 10(dez) das.
Depois de quase quatro horas de protesto, a BR-367 foi liberada nas proximidades de Vera Cruz, no município de Porto Seguro Dezenas de taxistas e motoristas do transporte complementar protestaram contra a Agerba - a agência estadual de transportes.
No entanto, os manifestantes continuam fechando os principais acessos ao centro de Porto Seguro. O trânsito está interrompido no trevo da rodoviária, na ladeira do aeroporto, Trevo do Cabral e Outeiro da Glória, na Orla Norte.
Os trabalhadores querem que a Agerba cumpra uma liminar que impede que seus veículos sejam multados por transportar passageiros entre municípios. A Agerba alega que o transporte é irregular.
Parte da comunidade de Vera Cruz também apoiou a manifestação, pedindo que os horários dos ônibus intermunicipais sejam regularizados.
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Taxistas interditam o trânsito no trevo da rodoviária de Porto Seguro A batalha que se arrasta por um longo tempo tem 04(quatro) extremidades, 1ª AGERBA que transgride o direito de ir e ver dos cidadãos e aplica multas irregulares. A multa é aplicada baseada na lei que regulamenta o transporte complementar, mas, que está bloqueada por uma ação das famílias que detém o monopólio do transporte na Bahia. "Se a lei está sendo impedida de ser cumprida, como usar esta lei para emitir multas" Comentou o taxista Antônio Brito. 2ª - O Deputado Ronaldo Carleto que detém o monopólio do transporte intermunicipal no sul e extremo-sul da Bahia. Segundo manifestantes é o deputado que coloca a AGERBA para perseguir os trabalhadores, usando seu poder como político e mobilizando um enorme contingente de policiais militares para coagir e prender trabalhadores e veículos. 3ª – Trabalhadores e pais de famílias que querem apenas trabalhar e pedem a regularização da Lei 11.378 para assim pagar seus impostos e trabalhar dignamente. 4ª – A população que sofre com um monopólio, ônibus velhos e que não atendem bem os usuários. "A violência é enorme, o contingente de policiais é muito pouco e mesmo assim eles são retirados das ruas para perseguir pais de famílias" Paulo Cunha trabalhador do Transporte Complementar.
Por Gutemberg Stolze - Imprensananet.com
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