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Por: Gutemberg Stolze / Uol
05/10/2013 - 13:21:01
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Maior esperança de medalha para o Brasil no Mundial de Ginástica, Arthur Zanetti não decepcionou. Neste sábado, o brasileiro, campeão olímpico em Londres-2012, conquistou um histórico título mundial na Antuérpia (BEL) nas argolas, unificando as duas maiores conquistas da modalidade.

Visado pelos adversários como 'o ginasta a ser batido', Zanetti mostrou muita confiança durante sua exibição e ficou com a nota 15,800, maior que os 15,733 que havia conseguido nas eliminatórias. O chinês Yang Liu, grande rival do brasileiro, teve uma pequena falha na saída e ficou com a quarta colocação. A prata foi para o russo Aleksandr Balandin e o bronze foi para o americano Brandon Wynn.

Antes do Mundial, Zanetti falou que pretendia apresentar um fato novo para a competição. A FIG (Federação Internacional de Ginástica) oficializou a inovação dias antes do início: um movimento com o nome do ginasta brasileiro, que ficou entre as 16 manobras que a FIG aprovou para o Mundial deste ano. A criação do brasileiro recebeu nota F, conceito que representa o mais alto grau de dificuldade.

Na final da prova, no entanto, o brasileiro não usou aquele que talvez fosse seu maior trunfo para o ouro. Fez uma prova bastante técnica, arrancou aplausos do público ainda durante a apresentação e 'cravou' a aterrisagem. Quando caiu no chão, vibrou muito, sentindo que havia feito uma bela apresentação.

O resultado consolida a ótima fase da carreira de Arthur Zanetti, que conquistou sua segunda medalha em Mundiais - foi prata em Tóquio-2011. Depois do ouro olímpico no ano passado, o ginasta se consolidou como um dos maiores nomes do esporte brasileiro e chegou à Antuérpia como o grande nome da delegação do país, ao lado de Diego Hypolito.

Natural de São Caetano do Sul, em São Paulo, o ginasta tem 23 anos e desponta como uma das esperanças de medalha para o país nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. 

Daniele Hypolito teve falhas em sua apresentação nas barras e teve uma nota muito baixa

Nem mesmo o fato de competir na Bélgica, onde ganhou a medalha de prata há 12 anos, impulsionou Daniele Hypolito nas eliminatórias do Mundial da Antuérpia. Nesta quarta-feira, a ginasta não foi bem e ficou fora das finais das barras assimétricas e da trave.

 

Fonte: Uol

Por Gutemberg Stolze - Imprensananet.com

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