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Por: Gutemberg Stolze / Romildo Silva
02/10/2013 - 20:42:22
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A crise financeira sem precedente que atinge o Estado da Bahia começa a fazer estragos junto aos servidores públicos. A Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) não pagou ainda o salário do pessoal e não deu nenhuma previsão de quando o dinheiro será creditado.

É a primeira vez que o atraso de pagamento do servidor público acontece no governo Wagner. Não ocorria na Bahia pelo menos nos últimos 30 anos.

Comenta-se que outros órgãos do Estado também vão passar a atrasar salários. As constantes denúncias da oposição estão ficando cada vez mais evidentes: Realmente conseguiram quebrar a Bahia  o governo Wagner conseguiu quebrar a Bahia.

Rombo de R$ 2 bilhões - Em 2 de agosto, o governador Jaques Wagner (PT) baixou decreto limitando as despesas de manutenção, desenvolvimento de projetos e atividades de todas as secretarias e órgão vinculados ao Poder Executivo. O contingenciamento representa cerca de 15% do orçamento de cada órgão, no total de R$ 250 milhões.

O vice-presidente do Instituto de Auditores Fiscais da Bahia (IAF-BA), Sérgio Furquim, explicou que a maior parte dos gastos do Estado são custeados pela fonte 100. Ele acredita que o governo, ao limitar as despesas de secretarias e órgãos, busca recompor o saldo desta fonte de recursos.

Ele informou que a Bahia vem registrando, nos últimos três anos, déficit na Fonte 100. Fruto, afirma Furquim, do uso desses recursos para suprir a necessidade de outras fontes. Nos Demonstrativos de Disponibilidade de Caixa das Gestão Fiscal de 2011, o saldo na fonte 100, antes do saldo dos restos a pagar, foi de um déficit de pouco mais de R$ 2 bilhões. Em 2012, este saldo foi de déficit de pouco mais de R$ 2,188 bilhões. Jornal da mídia
 

Fonte: Romildo Silva

Por Gutemberg Stolze - Imprensananet.com

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