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Por: Gutemberg Stolze
04/06/2013 - 12:05:48
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Descaso ou Impunidade?

Veículos com peso acima do permitido e alguns destes medindo mais de 30 metros, tamanho máximo permitido para trafegar e como não há nesta região balanças que possam pesar estes veículos, as empresas que recebem por quantidade de tonelada transportada abusam no excesso de peso.

 Isso é visível em nossas estradas, pois quando chove podemos ver nitidamente a pista alagada, até mesmo em ladeiras vemos as poças d´agua, ficando rastros impressos no asfalto. Outra irregularidade é durante o amanhecer quando ocorre a troca de turno em pontos estratégicos às margens da BR 101 um acesso muito perigoso, formando verdadeiros comboios prejudicando o tráfego normal de outros veículos, o que ocorre também no final da tarde quando há outra troca de turno. Nestes dois momentos podemos observar outra irregularidade muito grave, que são as faixas refletivas que deveriam auxiliar na iluminação e visibilidade por partes dos motoristas que vem atrás, mas grande parte perdem o poder de reflexão, estão com as lanternas traseiras queimada ou cobertas por poeira, ocasionando acidentes.

A ponte do Rio Jequitinhonha, a de Itagimirim e Mundo Novo estão comprometidas, sem falar nas cratéras que estão se abrindo em virtude do excesso de peso.

Procuramos a Policia Rodoviária Federal pra se pronunciar sobre o assunto e o Comandante da Policia Federal de Eunápolis o Inspetor Agnaldo Filho, nos deu as seguintes informações;

Em relação ao excesso de peso destes veículos que são visíveis nas marcas impressas por eles no asfalto, pouco podemos fazer, pois em nossa região não há balanças que possam atender as dimensões desses veículos. As duas que existem aqui em Eunápolis, encontram-se uma no Posto Brasil na entrada do Bairro Pequi e a outra em um Ferro Velho próximo ao Posto Cabral, mas só pesam outros tipos de veículos, ficando assim impossível fiscalizar este item.

A fiscalização existe, porém pela dimensão e quantidade de veículos não conseguimos cobrir toda a extensão do território onde há transporte de eucalipto. Comboio é permitido, desde que não atrapalhe o fluxo normal da BR. Eles devem-se manter uma distância segura, no caso destes caminhões esta distância deve ser bem maior.

Conhecendo esses fatos, é viável para o poder público pagar a conta na recuperação e reforma da BR ou construir balanças para que se fiscalize adequadamente e não danifique nossas estradas?

Procuramos também as empresas Júlio Simões e a BRA para as mesmas se pronunciarem sobre estes fatos, mas depois de um dia inteiro de ligações para as duas empresas não obtivemos sucesso. O espaço continua aberto para estes esclarecimentos por parte das empresas.

 

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