A polícia civil abril dois inquéritos para investigar o rompimento da adutora. A Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) ficará responsável por apurar as causas do vazamento, enquanto a 35ª DP (Campo Grande) vai investigar o caso da morte e dos feridos. A perícia no local já foi realizada.
Enquanto a Defesa Civil vistoria casas e contabiliza prejuízos causados pela inundação após rombimento de uma adutora da Cedae em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, na manhã desta terça-feira (30), as famílias desalojadas e desabrigadas se instalam em dois hotéis na região. O acidente causou a morte de Isabela Severo dos Santos, de 3 anos, e deixou 16 feridos — nove levados a hospitais e sete atendidos no local, segundo o Corpo de Bombeiros.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, dos 10 pacientes levados ao Hospital Estadual Rocha Faria apenas uma menina de 8 anos permanecia internada por volta das 17h. O estado de saúde dela era estável.
Até as 19h, 17 famílias desalojadas, cerca de 70 pessoas, já estavam hospedadas em dois hotéis na região central de Campo Grande, segundo a Cedae. Ainda segundo a companhia, ao todo, 86 famílias ou 230 pessoas ficaram desabrigadas, mas as demais optaram por ficar na casa de familiares. A companhia de águas afirmou ainda que não há mais nenhuma família abrigada na Escola Municipal Casimiro de Abreu, onde as vítimas do vazamento foram atendidas durante todo o dia. A Light normalizou parte do fornecimento de energia na região, desligado após a inundação.
Fonte: G1
Por Gutemberg Stolze - Imprensananet.com